Radicais soltos após atos terroristas começam a trocar tornozeleiras eletrônicas; entenda - Conexão Correio

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Radicais soltos após atos terroristas começam a trocar tornozeleiras eletrônicas; entenda

Foto reprodução TV Globo Brasilia Os bolsonaristas radicais presos em Brasília após os atos terroristas de 8 de janeiro, que receberam liber...

Foto reprodução TV Globo Brasilia

Os bolsonaristas radicais presos em Brasília após os atos terroristas de 8 de janeiro, que receberam liberdade provisória com o uso de tornozeleira eletrônica, começaram a trocar os equipamentos que receberam do governo do Distrito Federal por outros, dos estados de origem . A decisão havia sido tomada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) no dia 2 de fevereiro.

Dos 1.398 presos, 459 foram liberados mediante uso de tornozeleira eletrônica. Desses, 446 não são de Brasília.

Nesta terça-feira (7), a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do DF (Seape) confirmou que a troca de tornozeleiras começou. No entanto, não disse quando e nem informou quantas foram enviadas para o Distrito Federal pelos estados de origem dos presos.

A Vara de Execuções Penais quer que os presos sejam transferidos para os seus estados. Para que isso ocorra, é preciso uma autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O último relatório da Procuradoria Geral da República, divulgado em 4 de fevereiro, mostra que 653 presos por atos terroristas foram denunciados à Justiça. Eles são acusados de:

associação criminosa (um a três anos de prisão);

e de incitar a animosidade entre as Forças Armadas contra os Poderes Constitucionais (três a seis meses).

O Ministério Público pede que, além da punição criminal, os vândalos sejam condenados a indenizar o Estado pela destruição do patrimônio.

Da redação do Conexão Correio com G1/DF

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