Veja os três momentos em que Galvão Bueno exprimiu suas mágoas com a Globo; confira - Conexão Correio

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Veja os três momentos em que Galvão Bueno exprimiu suas mágoas com a Globo; confira

Foto reprodução TV/Globo Nosso portal registrou esta semana mais um desabafo do narrador Galvão Bueno, externando suas mágoas com a Globo, e...

Foto reprodução TV/Globo

Nosso portal registrou esta semana mais um desabafo do narrador Galvão Bueno, externando suas mágoas com a Globo, emissora que praticamente decretou a sua aposentadoria compulsória, depois de quatro décadas de trabalho.

“Eu digo sempre que a vida me deu três mestres no meu trabalho. O primeiro deles é o Boni, que foi o cara que fez tudo isso [que a Globo é], e hoje até estão estragando um pouco o que ele fez. O Boni me ensinou uma coisa: ‘Sempre se pode fazer melhor’”, disse Galvão.Só que não foi o primeiro momento de lamurio de Galvão com a Rede Globo. Afora o fato de, repito, ter “sido aposentado contra a vontade”, em pelo menos duas outras ocasiões ele se queixou do ex-patrão.

Em setembro do ano passado, antes da Copa do Catar, Galvão, numa entrevista à Veja, soltou uma frase bem impactantes

“Meu time inteiro foi para a Band transmitir a Fórmula 1 e eu fiquei só”. Soou como uma espécie de lamento; algo que certamente contribuiu (e muito) para ele dar uma “virada de página”.

Em março deste ano, quando inaugurou o Canal GB, ele foi impedido pela Globo de contar com o parceiro Arnaldo Cezar Coelho na transmissão do amistoso Brasil x Marrocos. E desabafou:

“Fiquei chateado com a proibição do Arnaldo de participar comigo. O Arnaldo não tem mais contrato com a Globo desde 2018, mas ele tem uma televisão que é afiliada. No contrato lá de trás, não pode participar de nada sem aprovação e depois as coisas mudaram, mas o contrato dele tem 32 anos”, reclamou.

A parceria de Galvão com a Globo foi excepcionalmente vitoriosa. Ele virou a “voz do futebol da Globo”, tornando-se, talvez, no maior nome do jornalismo esportivo brasileiro.

Mas as suas queixas, que pouco a pouco vão surgindo depois do “divórcio”, não têm hora para acabar.

Da redação do Conexão Correio com Metrópoles

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