Robson Cândido, em imagem de arquivo A Justiça aceitou, nesta quinta-feira (30), a nova denúncia feita pelo Ministério Público contra o ex-...
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| Robson Cândido, em imagem de arquivo |
A Justiça aceitou, nesta quinta-feira (30), a nova denúncia feita pelo Ministério Público contra o ex-delegado-chefe da Polícia Civil do Distrito Federal Robson Cândido. Dessa vez, ele é acusado de uso indevido da máquina pública para perseguir e ameaçar a ex-amante.
O ex-delegado-chefe da Polícia Civil estava preso desde o início de novembro. Nesta quarta-feira (29), ele foi solto após decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios. Ele deve usar tornozeleira eletrônica.
A Justiça também aceitou a denúncia contra o ex-delegado-chefe da 19ª DP, de Ceilândia, Thiago Peralva. De acordo com os promotores, ele e Cândido usaram o Sistema Vigia, da PCDF, e o banco de dados do Detran para saber a localização do carro da vítima.
Segundo o MP, Peralva acessou, no mínimo, 58 vezes o software da PCDF para saber a localização da ex-amante do diretor-geral da Polícia Civil, a pedido do chefe. Depois da decisão do juiz, Peralva responde por 4 crimes.
Stalking (perseguição);
Violência psicológica;
Descumprimento de medida protetiva de urgência (ele estava obrigado, pela Justiça, a ficar longe da ex-amante);
Peculato;
Participação em corrupção passiva;
Participação em interceptação telemática ilegal;
Violação de sigilo funcional;
Uso indevido da máquina pública pelo uso do sistema do Detran;
Uso indevido da máquina pública pelo uso do sistema da Polícia Civil.
Da redação do Conexão Correio com g1/Df

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