Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, nesta sexta-feira (...
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| Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto |
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou, nesta sexta-feira (16/1), a entrega de refeições para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como “Papudinha“.
Ao todo, foram autorizadas cinco pessoas para fazerem as entregas, sendo uma delas o irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. A entrada de alimentos já era feita quando Bolsonaro estava preso na Superintendência da Polícia Federal, local em que estava desde novembro.
A alimentação especial foi um pedido da defesa e da família de Bolsonaro diante dos problemas gástricos apresentados pelo ex-titular do Palácio do Planalto. O horário das entregas deverá ser definido pela administração penitenciária, que também será responsável pela fiscalização dos alimentos.
Os entregadores deverão assinar um termo de responsabilidade sobre o que será entregue.
Transferência
Bolsonaro foi transferido para a Papudinha na tarde de quinta-feira (15/1) por ordem do ministro Alexandre de Moraes. Na decisão, o magistrado cita as condições “excepcionais” que Bolsonaro tinha ao estar recluso na PF e rebate críticas de familiares e aliados sobre as condições da cela em que estava preso sob custódia dos agentes federais.
O deslocamento de Bolsonaro se deu antes da decisão ser tornada pública pelo magistrado, a fim de evitar mobilizações. Antes, como mostrou o Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, Moraes recebeu Michelle em seu gabinete, que pediu pela prisão domiciliar para o marido. O pedido não foi atendido.
A decisão, porém, cita que a transferência para a Papudinha busca atender melhor as demandas médicas do ex-presidente. O local tem 65 m², quarto, banheiro privativo, sala, cozinha e lavanderia – um espaço de maior circulação quando comparado às dependências da PF.
Moraes também autorizou atendimento médico integral, com plantão 24 horas, deslocamento imediato para hospitais em casos de emergência, sessões de fisioterapia e assistência religiosa semanal.
Da redação do Conexão Correio com Metrópoles

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