Foto: MEC / Divulgação. Vagas remanescentes em instituições de ensino superior serão ofertadas novamente para estudantes que fizeram o Exame...
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| Foto: MEC / Divulgação. |
Vagas remanescentes em instituições de ensino superior serão ofertadas novamente para estudantes que fizeram o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), se inscreveram no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) em 2026, mas não se matricularam em nenhuma universidade.
É essa a base do Sisu+, novo programa do Ministério da Educação que pretende preencher eventuais vagas ainda em aberto em instituições públicas que aderirem à proposta.
Segundo o ministério, o Sisu+ não é um processo seletivo novo, mas sim uma extensão da etapa regular do Sisu de 2026.
Instituições de ensino superior têm até 29 de maio para aderir ao Sisu+. Já o cronograma para estudantes interessados ainda não foi divulgado.
Quais instituições públicas podem aderir ao Sisu+?
Conforme o MEC, só podem aderir ao Sisu+ instituições de ensino superior públicas e gratuitas que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026.
Além disso, as instituições interessadas devem formalizar a adesão via assinatura eletrônica de termo aditivo ao termo de adesão da etapa regular, a partir do sistema Sisu Gestão.
Qual o prazo para as instituições aderirem ao programa?
O cronograma de adesão para as instituições segue até o próximo dia 29 de maio.
O Sisu+ prevê, ainda, que as instituições podem decidir estabelecer notas mínimas de determinadas áreas do conhecimento do Enem para aprovação em cursos escolhidos. Neste caso, se a nota for menor, o candidato será informado que não será possível concorrer às vagas.
Como e quando os estudantes podem participar do Sisu+?
Até agora, o único cronograma estabelecido pelo MEC foi o de adesão das instituições públicas.
As inscrições de candidatos e a posterior divulgação dos resultados serão estabelecidas em futuro edital específico que irá detalhar os passos.
No entanto, o ministério já informou que somente estudantes que participaram da etapa regular do Sisu 2026 podem fazer parte da etapa complementar.
Além disso, também será permitido aos estudantes, segundo o MEC, atualizar informações socioeconômicas, alterar modalidades de concorrência e escolher até duas opções de curso, sejam elas diferentes ou não das indicadas na etapa regular.
Da redação do Conexão Correio com Diário do Nordeste

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